"Deixa que amar te ocupe, deixa que amar te conquiste. Ama o abraço até à exaustão, ama o beijo até à devoção, ama o orgasmo até à comoção. Ama. Ama como se fosse para sempre. E quando se ama, naquele exacto segundo em que se ama, tem de se acreditar que é para sempre. Mais: tem de se ter a certeza de que é para sempre. Amar, mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz perder a respiração que vale a pena respirar."
13 de outubro de 2012
13 de julho de 2012
30 de abril de 2012
7 de abril de 2012
4 de feveriero de 2011
6 de abril de 2012
silêncio para 4
1 de abril de 2012
29 de março de 2012
13 de março de 2012
deixei-te o sorriso em casa

12 de março de 2012

deixei-te o sorriso em casa

3 de março de 2012
3 de março de 2012
27 de fevereiro de 2012

25 de agosto de 2011
24 de julho de 2011

Escrever-te-ei cartas de amor mesmo que não tenhas uma morada para as receber. O nosso pensamento estará conectado. Quero que voltes rápido, e ainda aqui estás.
3 de dezembro de 2010
A minha (outra) pessoa
Não acredito que haja melhor. Não procuro, nem procurarei… Encontrei-o sem o procurar. Sonhava-o apenas. Em devaneios longínquos oprimia o desejo, não o procurava mas sonhava. Encontrei-o. Hoje é o sustentáculo da minha existência.
Falo dele, e falarei, com um orgulho dissemelhante. Falo da sua grandeza e da sua colossalidade como homem e como amante. Não me canso, nem cansarei, enquanto o mais seguro abrigo for a união dos nossos braços. Gosto dele e questiono-me se existirá maior medida de amor do que esta.Sinto uma aragem com o seu perfume, onde quer que vá. Fixa-se na minha pele e não desaparece. Não há asseio que retire a sua essência do meu corpo e corro para ele para renovar cada dose. É aquele cheiro natural combinado com qualquer perfume que me oferece a sensação de chegada de casa, de conforto permanente. Gosto dos braços incansáveis pelos abraços que me oferece, por me mostrar que existe força suficiente para me segurar e me deixar habitar e, porque me cinge com crença, a cada abraço presenteia-me com um beijo terno, apinhado de respeito e de volúpia. Exímio companheiro, parceiro indiscutível a cada troféu na vida, erógeno habilíssimo: proporciona-me uma conexão sem antecedentes, um vínculo incessante, uma firmeza inabalável. Cabe-lhe coabitar comigo no protagonismo deste enredo. Expoente máximo da excelência, ele é o resto da minha vida.
7 de novembro de 2010
Domingos cheiram aos nossos momentos vespertinos. Pernas entrelaçadas, uma manta no combate ao frio e amor cálido, nosso. Beijos doces e dentadas gulosas. Palavras sussurradas e sorrisos a pontua-las. Meiguice suave e também conversas inteligentes.


