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27 de julho de 2011


Enquanto estás longe, a sei lá quantos quilómetros de mim, em terras turcas, sinto a tua falta e tenho a cama vazia.
Conto as horas e o passar dos dias. Passo, incessantemente, os olhos pelo o ecrã do telemóvel e espero sempre uma palavra que ultrapasse fronteiras e me venha reconfortar.
Tenho saudades de dormir, e não-dormir, contigo, na mesma cama. Tenho saudades da ternura genuína que possuís e do teu olhar acolhedor.