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23 de novembro de 2012

tudo conta

"Às vezes, se nos abrirmos, se arriscarmos, conseguimos mais, aprendemos mais, sentimos mais com outra pessoa. Alguém em quem podemos confiar, alguém a quem podemos abrir o coração. Algumas amizades podem conseguir coisas maravilhosas."

I'm always there.

11 de outubro de 2012

arco-íris

"Para mim, os verdadeiros anjos são pessoas que, inesperadamente, nos aparecem em certos momentos da vida e nos iluminam com a sua presença. (...) Seres que me dão conselhos preciosos sobre as escolhas cruciais que terei de tomar daí a pouco."

25 de agosto de 2012

"A pouco e pouco, de forma natural e tranquila, foste-te arrumando dentro de mim."
Fica, por favor.

16 de agosto de 2012

"É toda colorida e tem um sorriso imenso, feitinho de luz."

"Mas se há uma coisa que eu sei, é quem me faz bem. Eu sei quem me acrescenta, quem me torna uma pessoa melhor a cada sorriso, a cada carinho partilhado, a cada palavra."

Thanks princess.

3 de agosto de 2012

"Eu gosto das pessoas que param para escutar. Que gostam de abraços, que conseguem amar. (...) Gosto de pessoas que não se escondem atrás de máscaras, pessoas que são fortes, pessoas que sempre seguem em frente. Gosto de pessoas que gostam de pessoas. Gosto de pessoas que sabem o motivo de uma lágrima, que estão sempre por perto. Gosto de pessoas que nunca se vão, de pessoas que ficam, que tentam, que conseguem. Gosto de pessoas assim… Como elas são."

Gosto de pessoas como tu.

9 de julho de 2012

‎"Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno e idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade. Gosto de gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço. Gosto de gente que tem tempo para sorrir com bondade, semear perdão, repartir ternura, compartilhar vivências e dar espaço para as emoções dentro de si."

Tu és assim. É isso que me encanta.

26 de junho de 2012

londres e companhia

"As razões fundamentais para que a nossa amizade fosse conduzida assim, têm certamente a ver com a cumplicidade gerada pelos interesses comuns."

25 de junho de 2012

"Pessoas entram, pessoas saem da tua vida. Agradeces quando as pessoas entram na tua vida e agradeces ou entristeces quando pessoas saem da tua vida. Depende. É assim, é um ciclo renovável, disso se faz a experiência, experiência que se converte em conhecimento, em sabedoria, em aprendizagem. É assim. E sendo assim, reconheces, aprendes a reconhecer, o que é bom e o que é mau, aliás quem é bom e quem é mau. (...) Sabemos um amigo quando em momentos maus e é sempre nos maus momentos que sabemos dos amigos, lhes sentimos o querer bem, o bem-querer, o bem. 
Os bons amigos são aqueles que ficam, permanecem connosco, nos dão opinião, conselhos, contrariam. É essencial um amigo contrariar, chamar à razão, dizer não. Consentir tudo não é de amigo, muito menos é fingir. Não devemos ficar tristes com esses amigos que fingem, devemos apenas reconhecer que foram para nós mais importantes que nós para eles, mas nada os obriga a que sejamos importantes nas suas vidas, a que tenhamos um lugar. Não temos que nos esforçar para que nos reconheçam como amigos, porque esse reconhecimento tem de ser algo natural, que flui: nas conversas, nos encontros, nos sorrisos, nas lágrimas. Tem de fluir.  Muitos dizem que ninguém é totalmente bom, nem totalmente mau. Sendo assim não há amigos bons nem maus: ou há amigos ou não há. (...) Os amigos precisam-nos. Ombro, olhar, mão, silêncio. Entre amigos é fulcral reconhecer o silêncio. Respeitar o silêncio de um amigo é quase ou tão mais importante que saber ouvi-lo. Todos sabemos que há amigos que estão sempre lá e que estaremos sempre lá para eles sem que digam uma palavra. Nem todos temos o dom da palavra, seja escrita ou falada, nem todos temos o dom de exteriorizar. Portanto, a todos os meus amigos, silêncio."

20 de junho de 2012


"Os amigos são isto mesmo: pessoas para quem os nossos problemas têm a mesma dimensão do que para nós e que estão lá para nós sempre que é preciso."

15 de junho de 2012

"Nunca nos arrependeremos de dar aquilo que temos de mais precioso àqueles que nos são mais preciosos."

11 de junho de 2012

"Os laços que nos uniam continham já vários nós."

As doces palavras acima são para serem lidas no presente do indicativo. Sempre que te cruzares com esta frase, relacionada connosco, será para ser relida no presente do indicativo. Sempre no presente estaremos nós - uma constância. Guardo a esperança de que, jamais, isto se torne passado, esquecido e abandonado, arrumado numa caixa coberta de pó. Demos um nó às nossas vidas, é verdade, um nó que embelezamos com um laço, cor-de-rosa, suave, delicado e meigo como tu. E forte como nós. 
Aprendemos a conhecer-nos, a descodificar quem somos, a partilhar-nos e a confiar cada pedaço de nós que entregámos à outra em cada conversa eterna de pernas estendidas, e reclinadas numa cadeira da esplanada.

Não há muitas pessoas como tu, creio nisto com toda a fé que me resta nas pessoas. És de verdade e lutas pela verdade e pela fidelidade da vida. Sabes o que é o amor no seu expoente supremo, compreendes o amor como eu, como a palma das nossas mãos. Sabemos que as nossas mentes cogitam de igual forma e, por isso, compreendemo-nos e sabemos que sonhos são realizações futuras e vindouras e não, apenas, utopias insensatas ou devaneios adolescentes.
Sabes que na amizade não há cobranças nem fretes, há uma omnipresença deliberada e um infinito desejo de bem-querença, de ajudar e de fazer parte. Transmites-me uma confiança incomparável. És dona de um carinho prodigioso,

És uma Mulher enorme, um colosso feminino, um arquétipo. Tens o coração arrumado, a cabeça em ordem e os pés bem assentes no chão. Se aqui estamos, se aqui chegámos é porque à tua volta apenas flutuam aplausos, palavras de apreço e estima pela pessoa que és. Quem tem a minha confiança, e sabe da natureza das pessoas, disse-me ela é das melhores pessoas que conheço e deu-me ordem de avançando para te dar a mão. Não me arrependo e tenho que concordar.

Parabéns princesinha!

24 de maio de 2012

Caracóis largos em cabelos longos. Nos lábios um avermelhado suave - são cerejas. Ainda não lhe sei o cheiro, um dia saberei. Traz na ponta dos dedos um ameno aroma a tabaco, cheiro de esplanada. Sabe o valor das palavras e sabe do amor como poucas sabem. Não sabe do futuro, ninguém sabe, mas sonha-o com os pés assentes na terra e o coração bem seguro.
Mimos de boa noite. 

18 de maio de 2012

"Gosto muito de ler e, se possível, arquivar e partilhar (...)."
O melhor é quando alguém nos entende e está sempre receptivo às nossas partilhas. Obrigada por todos os dias.

14 de maio de 2012

"Pés assentes na terra, coração aberto, cabeça organizada."

a linguagem secreta das raparigas

"Os bons tempos são ainda melhores quando partilhados. Uma boa e longa conversa pode curar quase tudo. Toda a gente precisa de alguém com quem partilhar segredos. Escutar é tão importante quanto falar. Uma amiga que nos compreende é melhor que um terapeuta, e mais barato! O riso faz do mundo um lugar melhor. (...) Ás vezes só precisamos de um ombro onde chorar. Mentes brilhantes pensam da mesma maneira, principalmente se forem mulheres! Quando se tratar de «criar laços» as mulheres fazem-nos melhor. (...) É importante arranjar tempo para «as coisas de rapariga». As calorias não interessam quando almoçamos com amigas.
Agora ligue a uma amiga e vá almoçar com ela!"

11 de maio de 2012


Coisas de amor são finezas que se oferecem a qualquer um que saiba cultivá-las, distribuí-las, começando por querer que elas floresçam. E não se limitam ao jardinzinho particular de afetos que cobre a área de nossa vida particular: abrange terreno infinito.

Quem sabe do amor sabe de todas as magias da vida. Sabe do respeito e do carinho. Sabe o que são pormenores, sorrisos e gestos. Sabe o que é escutar. Quem sabe do amor sabe da vida e das pessoas.

2 de maio de 2012

A verdade da vida resume-se a uma máxima que tu tão bem conheces: dar sem exigir.

Pelos caminhos da vida fui-me cruzando com sinalização simples e clara, perceptível por qualquer transeunte, que me mandava abrir os olhos. Não ser tão ingénua. Não ver apenas o lado bom de cada um. Não ser inocente e ter uma visão sem filtros bondosos.
Após percorrer alguns caminhos, tropeçar algumas vezes, e me cruzar com diversos sinais que indicavam maneiras seguras de proceder e prosseguir, reflecti. Não podemos dar de nós a quem não nos dá nem um sorriso. Não podemos tomar a forma de um livro e abrir-nos a outrem. Precisamos de ser cautelosos e atentos não vá alguém fazer-nos uma rasteira e possamos sair de coração fracturado.
Devemos, sim, dar de nós sem exigir mas devemos dar(-nos) a alguém que nos segurará com as duas mãos e guardará cada sorriso nosso com o máximo cuidado numa caixinha de papelão. Não devemos confiar em vão, não devemos confiar sem reflectir.

Teorias à parte, chega sempre um dia em que mais uma pessoa entra na nossa vida. Quase desconhecida, mas rotulada com infinitas referências agradáveis e encorajadoras. Chega sempre um dia em que alguém entra, como se já tivesse a chave, se senta no sofá e nos diz que trouxe bagagem porque pretende ficar.

30 de abril de 2012

a linguagem secreta das raparigas




"Tal como os veteranos de guerra, só outra mulher pode entender tudo aquilo porque passamos. Somos atraídas umas pelas outras. As nossas amigas permanecem como nossas bóias de salvação."
Parece que, de algum modo, os nossos medos e as nossas crenças se seguram nas mesmas bases.