"(...) o desgoverno dos batimentos cardíacos, as palmas das mãos suadas, a garganta seca, a falta de sono e de apetite e uma vontade imensa de conquistar o mundo. As mensagens parvas, os emails apaixonados, carregados de MP3 para cada momento, estradas e rotas, aviões, carros e comboios que são como asas do nosso desejo e as cores do mundo mais nítidas sob o nosso olhar enfeitiçado. (...) é preciso pensar que a tal pessoa certa para nós existe mesmo e que todos podemos ter sorte na vida. 19 de agosto de 2012
onde reside o amor
"(...) o desgoverno dos batimentos cardíacos, as palmas das mãos suadas, a garganta seca, a falta de sono e de apetite e uma vontade imensa de conquistar o mundo. As mensagens parvas, os emails apaixonados, carregados de MP3 para cada momento, estradas e rotas, aviões, carros e comboios que são como asas do nosso desejo e as cores do mundo mais nítidas sob o nosso olhar enfeitiçado. (...) é preciso pensar que a tal pessoa certa para nós existe mesmo e que todos podemos ter sorte na vida. 16 de agosto de 2012
5 de julho de 2012
TRÊS
26 de junho de 2012
o melhor do mundo
20 de junho de 2012
27 de maio de 2012
o melhor do mundo
o melhor do mundo
14 de abril de 2012
silêncio para 4
9 de abril de 2012
silêncio para 4
6 de abril de 2012
6 de junho de 2010
1 de abril de 2012
O meu corpo vive um sobressalto constante, já plurianual. O estado de paixão, que dizem durar meros meses, coisa pouca, nunca me largou, numa mirrou. Nunca, em mim, se desfez. O que me consome por dentro é sentimento crónico, coisa para a vida creio eu. Quando te avisto o bater do meu coração apressa-se, o desejo de te querer agarrar a mim, não largar mais - nessa posse egoísta - instala-se.
13 de março de 2012
deixei-te o sorriso em casa

12 de março de 2012
deixei-te o sorriso em casa

21 de janeiro de 2012
divã

divã

9 de dezembro de 2011
2 de agosto de 2011
30 de julho de 2011
Carregava às costas, como uma carga pesada e incómoda, uma porção inquantificável de saudades. Fazes-me falta quando estás longe e todo o meu corpo faz questão de me recordar disso, a cada minuto que o ponteiro corre. Fazes-me falta e a minha cabeça pensa em círculos - sempre à tua volta. As saudades, como presença indesejável que são, têm o destino delineado: serem banidas. Anular saudades implica querer o outro de volta ao nosso leito, ao nosso íntimo. Saudades precisam de desejo e de ânsia de devorar o outro. Connosco é assim, sempre foi assim e projecto que assim continuará. O rasto que deixas no meu corpo, com o teu cheiro e a tua saliva, denuncia todo o acto ilícito de no amarmos onde a vontade o exigir. Amar-nos por aí, dar ao outro um amor que já não cabe em nós, com uma espontaneidade tão nossa, alimentam-nos o espírito e enche-nos o coração da presença um do outro. É intenso.
20 de abril de 2011
Sabes-me bem à noitinha, quando a aldeia dorme. O silêncio é permanência e os ínfimos ruídos são desconfiança. Sabe-me bem desbravar terreno, abrir caminho com a língua molhada no teu pescoço sedento. Sabe-me bem ler desejo nas entrelinhas da tua boca semiaberta e prazer nas linhas rectas que as tuas unhas cavaram nas minhas costas
Gosto de ti à noitinha, como em qualquer outra parte do dia.




