"O que conserva estes casais unidos são os sentimentos de solidariedade e fraternidade, o ir ao encontro um do outro, o compreender-se com um olhar."
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13 de setembro de 2012
sobre o amor
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Solidariedade
sobre o amor
"Quando estamos enamorados vemos melhor, ouvimos melhor, acariciamos melhor. Tal como os gatos se alarmam perante o perigo, o ser humano exalta-se perante o amor."
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Paolo Crepet
16 de agosto de 2012
"Tem gente que possui estrelas azuis no olhar e mel nos lábios. O coração é repleto de ternura, há nas suas mãos afagos, qual uma asa leve, pétala subtil... E na sua alma há flores do tempo, puro sentimento. Tem gente assim."
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"Desejo que haja cumplicidade. Que o entendimento aconteça no olhar. (...) Desejo que haja tolerância e muita paciência. Que os defeitos de um não magoem o outro. Que as qualidades de um não ofusquem o outro. Desejo que o tempo seja generoso. Que os dias passem em paz. Que as noites sejam de festa. Desejo que a a rotina não seja cruel. Que a paixão seja sempre descoberta. Que o abraço seja sempre conforto. Desejo que as vontades caminhem de mãos dadas. Que as diferenças e distâncias só sirvam para aproximar. E que a fé no amor, seja salvação para todos os dias."
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31 de julho de 2012
"Eu só te vim desejar um dia lindo. Com flores pelos caminhos que percorreres. Com gente feliz ao teu redor. Com chuvas de sorrisos e de olhares que vem da alma. Não importa que grandes notícias não venham hoje. Que também não venham as más. Que o teu dia seja de paz. Que tu estejas em paz. E que olhes os problemas de cima, e as pessoas com que convives de olhos nos olhos. Que as palavras do dia sejam leveza, doçura, calmaria, tranquilidade. E que tuas próximas horas sejam carregadas de pensamentos positivos e muita paz no coração. Só vim desejar-te um óptimo dia. Colorido e florido."
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25 de junho de 2012
"Pessoas entram, pessoas saem da tua vida. Agradeces quando as pessoas entram na tua vida e agradeces ou entristeces quando pessoas saem da tua vida. Depende. É assim, é um ciclo renovável, disso se faz a experiência, experiência que se converte em conhecimento, em sabedoria, em aprendizagem. É assim. E sendo assim, reconheces, aprendes a reconhecer, o que é bom e o que é mau, aliás quem é bom e quem é mau. (...) Sabemos um amigo quando em momentos maus e é sempre nos maus momentos que sabemos dos amigos, lhes sentimos o querer bem, o bem-querer, o bem.
Os bons amigos são aqueles que ficam, permanecem connosco, nos dão opinião, conselhos, contrariam. É essencial um amigo contrariar, chamar à razão, dizer não. Consentir tudo não é de amigo, muito menos é fingir. Não devemos ficar tristes com esses amigos que fingem, devemos apenas reconhecer que foram para nós mais importantes que nós para eles, mas nada os obriga a que sejamos importantes nas suas vidas, a que tenhamos um lugar. Não temos que nos esforçar para que nos reconheçam como amigos, porque esse reconhecimento tem de ser algo natural, que flui: nas conversas, nos encontros, nos sorrisos, nas lágrimas. Tem de fluir. Muitos dizem que ninguém é totalmente bom, nem totalmente mau. Sendo assim não há amigos bons nem maus: ou há amigos ou não há. (...) Os amigos precisam-nos. Ombro, olhar, mão, silêncio. Entre amigos é fulcral reconhecer o silêncio. Respeitar o silêncio de um amigo é quase ou tão mais importante que saber ouvi-lo. Todos sabemos que há amigos que estão sempre lá e que estaremos sempre lá para eles sem que digam uma palavra. Nem todos temos o dom da palavra, seja escrita ou falada, nem todos temos o dom de exteriorizar. Portanto, a todos os meus amigos, silêncio."
5 de junho de 2012
"(...)
Onde estiveste? Preso em algum sonho surreal, seguro pela corda do amor mas tão distante quanto o brilho do teu olhar perdido...Onde estiveste? Que paisagens contemplaste, que sabedoria acumulaste até chegares a mim, até me tornares rainha, de coroa enfeitada por rosas na primavera.
Que amarguras, paixão, te fizeram chorar, que alegrias te fizeram rejubilar, que desassossegos te fizeram caminhar até mim?
Quantas voltas teve o mundo que dar, quantos Invernos tiveram que passar, quantas estrelas nasceram e morreram, quantas luas cheias iluminaram e banharam a tua face morena, até seres meu? Demoraste? Porquê ? Que caminhos desbravaste por entre a selva do desejo e da vulgaridade até chegares aqui? Que medos abandonaste á deriva do teu ser?
Chegaste."
22 de abril de 2012
"Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei…"
21 de abril de 2012
Vivia do teu olhar (o que não é uma divinização exagerada da tua pessoa, uma vez que perante um olhar como o teu qualquer pessoa se sente divina),não tinha de facto nada firme debaixo dos pés; por isso me assustava tanto, sem saber exactamente porquê, nem sequer a que altura flutuava por cima da terra.
17 de março de 2012
"Eu gosto de olhos que sorriem, gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram."
13 de março de 2012
deixei-te o sorriso em casa

"Percebi ser mulher de olhar fundo, meio perdido, balanceando-se perigosamente, como as actrizes dos filmes italianos, enquanto descia pela rua do hotel até se nos ficar na frente. Aí rouquejou um cumprimento, servindo-se do sorriso, mais para acentuar finuras que para disfarçar ironias desenhadas como quem não quer a coisa. Pelo menos foi o que pareceu na altura."
12 de março de 2012
31 de julho de 2011

Com o seu par de olhos frescos, de um profundo verde-esmeralda, fitava o mundo que com a sua bicicleta percorria. Vestia, sempre, uma camisola leve, geralmente branca, e uns calções que não lhe roubassem a agilidade. Os óculos de sol nunca falhavam - protegiam e escondiam a direcção do seu olhar curioso. Pedalava, pela avenida junto à praia, velozmente, para que a maresia lhe refrescasse o rosto e arrefecesse as ideias.
27 de julho de 2011

Enquanto estás longe, a sei lá quantos quilómetros de mim, em terras turcas, sinto a tua falta e tenho a cama vazia.
Conto as horas e o passar dos dias. Passo, incessantemente, os olhos pelo o ecrã do telemóvel e espero sempre uma palavra que ultrapasse fronteiras e me venha reconfortar.
Tenho saudades de dormir, e não-dormir, contigo, na mesma cama. Tenho saudades da ternura genuína que possuís e do teu olhar acolhedor.
Conto as horas e o passar dos dias. Passo, incessantemente, os olhos pelo o ecrã do telemóvel e espero sempre uma palavra que ultrapasse fronteiras e me venha reconfortar.
Tenho saudades de dormir, e não-dormir, contigo, na mesma cama. Tenho saudades da ternura genuína que possuís e do teu olhar acolhedor.
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24 de julho de 2011
Lembras-me as grandes cidades, a correria. O rebuliço das grandes avenidas. As pessoas azafamadas e em grandes jornadas rotineiras. Lembras-me a calmaria do rio, o olhar atento e os sentidos em alerta. Lembras-me pormenores descobertos e recebidos com um sorriso. Lembras-me abraços raros e, por isso, sentidos. Lembras-me viagens de mala às costas e post-its esquecidos propositadamente. Lembras-me Verão e Inverno e o termo. As noites gélidas e as janelas abertas para expulsar o calor de Agosto. Lembras-me eternos registos através de um click.16 de julho de 2011

Fica um eterno agradecimento a quem lutou pela minha confiança, dia após dia. A quem acreditou em mim e me fez ser mais confiante e me ensinou a reconhecer, sem medos, as minhas capacidades. A quem me acompanhou, rotineiramente, em decisivas provas e grandes dilemas no que diz respeito ao que vestir hoje. A quem nunca faltaram os elogios, as palavras de coragem, as gargalhadas e os olhares cúmplices. A quem me (re)descobriu e gostou.
Friends are sisters that you make for yourself.
Friends are sisters that you make for yourself.
6 de março de 2011
São aqueles olhos de chocolate, que dão as boas-vindas a qualquer manhã, sempre antes de mim, que me deixam saudosa.
2 de novembro de 2010
Escavar fundo,
Sábado pela tarde, calor tórrido. Palavras, poucas palavras regadas com refrigerante. Palavras a medo e desejos ainda em segredo cerravam a nossa moldura. O 'desconhecido' que findava dava lugar a uma espontaneidade que ainda hoje persiste. Vi, pelos teus olhos cor de chocolate, a transparência do teu âmago que me surpreende e seduz a cada nova aurora. Senti através do teu toque leve e suave um mundo de sensações inexploradas. Vi um mundo para examinar e conquistar, do qual ainda não conheço o fim, na melodia das tuas palavras, no encadear do teu riso. Vi, bem dentro de ti, as gavetas da tua alma cheias de singularidades, coisas tuas, para serem compartilhadas, talvez comigo… Hoje sei que sim. Esse fim de tarde, reminiscência tão viva, foi o primeiro dia do resto da minha vida.
Mostraste-te demasiada transparência para eu não me amarrar. Lancei a âncora, ficou segura, ainda está fixa. Porto de abrigo.
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