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12 de outubro de 2012

"Dias de chocolate e sexo. Dias de doces e suores. Dias a dois, na solidão cheia de um mundo sem par. E tudo se resume ao prazer. Todos os suores merecem amar."

30 de janeiro de 2012

Tranças, amarelo e verde lembram-me de ti. Caracóis desalinhados lembram-me de ti. Recortes, palavras soltas e desenhos a grafite ou a caneta preta também me lembram de ti. Ir à luta, dedicação e ousadia lembram-me de ti. Chá verde, para mim, és tu - tea and cigarettes. Chocolate e analogias lembram-me de ti. Despreocupação e, concomitantemente, empenho e brio lembra-me de ti. Capa e batina e o amor à academia, lembra-me de ti. Cerejas lembra-me de ti. O mistério lembra-me de ti. Mimos e beijos na testa lembram-me de ti. Um manta sobre as pernas e um cigarro lembram-me de ti. Saber amar e saber ser livre, consoante as exigências da vida, lembra-me de ti. Ter classe num vestido justo e ser descontraída com o cabelo atado lembra-me de ti. Unhas vermelhas lembra-me de ti. Lembram-me de ti, também, passeio pela cidade e cafés que duram horas.
Gosto de te ver chegar com aquele jeito tão singular de lançar o cabelo para trás.

17 de dezembro de 2011

"Imaginei-me a viver um tempo glorioso - quatro semanas de dolce far niente com um leve traço de efemeridade. (...) Iria levantar-me tarde, beberia chocolate e tomaria o pequeno-almoço de chinelos e roupão. Estendido numa cama de rede, no jardim, leria romances sentimentais com um final melancólico, até os livros me tombarem das mãos inertes, e ali ficaria, reclinado, a olhar sonhadoramente para o azul profundo do firmamento, observando as nuvens fofas, a flutuar como barcos de velas brancas pela sua imensidão, ouvindo os alegres cantos das aves e o suave restolhar das árvores."

15 de setembro de 2011


Eu sou de conversas meigas, palavras sentidas e segredos seculares. Sou de chá pela tarde adentro e de café ao anoitecer. Sou de mão dada, e pés entrelaçados ao adormecer. Sou da melancolia no Outono e de retiros acolhedores no Inverno. Sou de livros e de chuva nocturna - sempre singela e certa. Sou do calor do Verão e das suas cores imensas. Sou da tranquilidade primaveril e de momentos inesquecíveis. Sou de palavras e da sua grandeza e de chocolate, e também canela. Sou da vontade de amar e da vontade de conseguir. Sou de vaidades e de simplicidade.
Sou minha, e sou dos meus, estejam eles onde estiverem.

10 de setembro de 2011


Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo. Confesso, confesso, confesso.

14 de agosto de 2011

26 de abril de 2011

Mergulho no profundo dos teus olhos castanho-chocolate e encontro o doce mistério desse colosso que és tu. Tão imponente e imoldável como distribuidor de carinho e comunicador com o coração.


28 de julho de 2011











In the cookies of life, sisters are the chocolate chips.

6 de março de 2011

São aqueles olhos de chocolate, que dão as boas-vindas a qualquer manhã, sempre antes de mim, que me deixam saudosa.

2 de novembro de 2010

Escavar fundo,

Sábado pela tarde, calor tórrido. Palavras, poucas palavras regadas com refrigerante. Palavras a medo e desejos ainda em segredo cerravam a nossa moldura. O 'desconhecido' que findava dava lugar a uma espontaneidade que ainda hoje persiste. Vi, pelos teus olhos cor de chocolate, a transparência do teu âmago que me surpreende e seduz a cada nova aurora. Senti através do teu toque leve e suave um mundo de sensações inexploradas. Vi um mundo para examinar e conquistar, do qual ainda não conheço o fim, na melodia das tuas palavras, no encadear do teu riso. Vi, bem dentro de ti, as gavetas da tua alma cheias de singularidades, coisas tuas, para serem compartilhadas, talvez comigo… Hoje sei que sim. Esse fim de tarde, reminiscência tão viva, foi o primeiro dia do resto da minha vida.
Mostraste-te demasiada transparência para eu não me amarrar. Lancei a âncora, ficou segura, ainda está fixa. Porto de abrigo.