"O que eu ignorava era que para ser escritor era preciso escrever, e escrever bem, algo que requer coragem e, sobretudo, uma paciência infinita, uma paciência que Oscar Wilde definiu muito bem. Disse ele que passara toda a manhã a corrigir provas de um dos seus poemas e que, por fim, tirou apenas uma vírgula. À tarde, voltou a colocá-la."
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28 de agosto de 2012
10 de novembro de 2011
19 de setembro de 2011
Destruímos sempre aquilo que mais amamos em campo aberto, ou numa emboscada; alguns com a leveza do carinho; outros com a dureza da palavra; os cobardes destroem com um beijo; os valentes, destroem com a espada.
31 de agosto de 2011
"(...) A mim não me interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero respostas, quero o meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Escolho os meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não quero só o ombro e o colo, quero também a sua maior alegria. Um amigo que não ri com, não sabe sofrer com. Amigos são assim: metade disparate e metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças para que não se esqueçam do valor do vento no rosto; e velhos para que não estejam sempre com pressa. Tenho amigos para saber quem sou. Pois ao vê-los loucos e santos, tolos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil estéril!"
Quero amigos sérios daqueles que fazem da realidade a sua fonte de aprendizagem mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças para que não se esqueçam do valor do vento no rosto; e velhos para que não estejam sempre com pressa. Tenho amigos para saber quem sou. Pois ao vê-los loucos e santos, tolos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil estéril!"

