
25 de abril de 2012

24 de abril de 2012
7 de abril de 2012
13 de março de 2012
deixei-te o sorriso em casa

12 de março de 2012
26 de janeiro de 2012
O som da chuva penetra fundo nos meus ouvidos. Quando a minha audição é ocupada por este som natural rendo-me e sou a sua maior fã. Dispenso qualquer outro tipo de música enquanto tenho esta melodia não artificial. O alpendre é largo o suficiente para me acolher sem que me molhe.Pego na chávena com as duas mãos e aproximo-a da boca para soprar, cautelosamente. Os meus óculos embaciam-se e a minha visão fica turva mas eu continuo confortável.
5 de março de 2012
20 de fevereiro de 2012
30 de janeiro de 2012

28 de janeiro de 2012

- Com ou sem açúcar?
- Com, sff.
18 de janeiro de 2012
18 de dezembro de 2011

O chá devia ser um momento de conversa e reflexão amenas, com um cigarro, um pequeno treino mental. Devia demorar, no mínimo, meia hora.
15 de setembro de 2011

Sou minha, e sou dos meus, estejam eles onde estiverem.
24 de julho de 2011
5 de julho de 2011

Noutra vida fomos princesas das cortes mais importantes. Cultivávamos a mente e bebíamos chá em poltronas cuidadosamente esculpidas, especialmente para nós. E ríamos da plebe: pequenos prazeres do ser humano.
Actualmente, somos princesas da vida real. Bebemos chá ou um sumo de laranja e, casualmente, deitámos fumo pelas narinas. Usámos sempre a nossa coroa invisível que, incrivelmente, combina com amarelo ou cor-de-rosa.
Damos encanto a qualquer estação do ano.
4 de abril de 2011
Abre o teu pequeno caderno. Traça rabiscos, desenha linhas imperceptíveis ou reproduz figuras distinguíveis. Eu escrevo - esse é o meu sector, palavras da minha pertença ou afirmações aconchegadas entre aspas. Aperfeiçoamos a nossa doutrina de maledicência e criamos laços, fortalecemos elos, endurecemos ligações.Se faz favor, um chá verde sem açúcar, para manter o sabor puro, e um chá de menta, frescura líquida, com dois pacotinhos de açúcar. Obrigado.
27 de fevereiro de 2011
Enquanto tenho a meu lado a chávena de chá a fumegar, o aroma a menta a atravessar o meu nariz e o meu livro entreaberto perco o meu raciocínio no labirinto da tua mente.
Podia descrever-te, reescrever-te, numa folha de papel trivial, em poucas palavras, poupando nos adjectivos, fazendo parágrafos mais longos. Escreveria em traços gerais o mais vasto, as características mais corriqueiras e os aspectos mais abrangentes. Podia? Podia mas do profundo do teu âmago ao torneado do teu corpo não me chegaria uma, nem duas folhas de papel. Entre minuciosidades e complexidades as palavras não são suficientes. Darias um livro incrivelmente extenso, recheado e denso onde, tivesse eu tal mestria, as palavras se beberiam graças à sua fluidez e naturalidade.




