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28 de janeiro de 2012


É sábado. Abre as janelas, deixa entrar o ar.
O que eu queria mesmo era uma aragem de ânimo.

1 de setembro de 2010

20 de agosto de 2008

Palavras de nada.

Acabava de fitar o relógio. Onze e meia. Sábado. Planeava deixar-se ficar na cama por não ter nenhum plano arquitectado para o resto do dia. Voltou a agitar-se numa tentativa falhada de voltar a dormir. Derrota matinal assumida e em três passos cambaleantes abriu a janela e voltou a deitar-se sob o lençol fresco. Ouvia o habitual ruído urbano, que nem ao fim de semana dava tréguas e apertava a almofada contra a cabeça. Sem resultados decidiu ligar o rádio. Sabia exactamente que música a faria despertar alegremente