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11 de outubro de 2012
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11 de agosto de 2012
princesa de ria
"(...) ele escuta-me, aguenta-me, mima-me, inspira-me, faz-me sentir a mulher mais linda e especial do mundo. E eu acredito nele, acredito em mim (...) amamos o outro por tudo aquilo o que ele nos faz sentir. (E ser)."
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6 de agosto de 2012
"Que essa semana tenha um tanto: de boas novidades. De riso fácil. De alegrias inteiras. De tranquilidade na medida certa. De sorte. Saúde. E pessoas bacanas."
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18 de julho de 2012
14 de julho de 2012

"Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo para mim é grande, não entendo como moro num planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, os dias passam rápido, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, ninguém sabe ao certo quem descobriu a cor. (Há coisas que não precisam ser explicadas. Pelo menos para mim). Tenho um coração maior do que eu, nunca sei a minha altura, tenho o tamanho de um sonho. (...) Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos.(...) tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos dormem e acordam, nunca sei a hora certa. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. (...) E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre questiono se estás feliz, se eu estou bonita (...). Não gosto de meias-palavras, de gente morna, nem de amar em silêncio. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. (...)"
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13 de julho de 2012
"Quero levar, como lembranças, todas as coisas simples que eu considero essenciais: amores. Risos. Beijos. Abraços. Alegrias. Realizações. Palavras. E aquele sentimento de que não vivemos e, sim, desfrutamos a vida. É. Para desfrutar, não existe pressa."
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6 de julho de 2012
"Não adianta. Mudam-se as cores do inverno, os sorrisos, as páginas das revistas, as dez mais bonitas. Mudam-se as tecnologias, as manchetes, o preço do pão, a maneira como cortas o cabelo. Mudam-se os sonhos, o clima lá fora, o tom do batom, a decoração, o que esperas de ti mesma. Tudo muda o tempo todo. Mas uma coisa não muda. Não sai de moda. Não fica velho, nem ultrapassado. Queres saber? Acho que amar é a coisa mais eterna que existe. Não há nada mais moderno. Mais transgressor. Mais ousado – e mais antigo - que isso. Num tempo onde as pessoas mal têm tempo, amar tornou-se uma coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito (e muito jogo de cintura) para seguir o que temos de mais criativo: o coração. É o amor que nos faz ver o mundo de um jeito mais belo. E é o amor (e só ele!) que nos traz o valor exato das coisas simples. E tu não precisas necessariamente de amar uma pessoa. O amor é democrático. Podes – e deves – amar-te a ti mesmo e ao mesmo tempo amar alguém (essa, sim, é a melhor combinação!). E também amar a vida. Amar um projeto. Um trabalho. Um sonho. Ou – porque não? – simplesmente amar o amor. Se todo amor vale a pena? Eu acredito que sim. O mundo não está triste só por causa das guerras, do superaquecimento global e do tal “salve-se quem puder” As pessoas escondem-se atrás das tecnologias e de um falso liberalismo pra camuflar seus medos. Para enganar os seus desejos. Ah, desculpem-me, mas no fundo toda a gente se quer apaixonar! Mentira minha? Duvido. Toda a gente quer amar, toda a gente quer encontrar alguém especial, toda a gente quer livrar-se do medo que nos impede de andar de mãos dadas. É certo que há quem prefira o morno, os relacionamentos superficiais, as noites vazias. (Relacionamentos trazem tantos problemas e alegrias quanto estar só, isso é uma verdade). Mas tenho a impressão de que todos nós temos um leve romantismo escondido, um desejo real pelo amor, uma necessidade de amar e ser amado sem a qual a vida não teria graça. (E não haveria tantos poetas, tantas canções bonitas e tanta insônia por aí). (...) Mas, hoje, cheguei a uma breve conclusão: não, amar não é tudo. É quase tudo. Amar é o começo. O primeiro parágrafo. A primeira nota. É o que canta (e encanta). Amar é que nos faz falar. É o que nos faz acordar. É o que nos faz dizer “Bom dia” com o sorriso mais livre do mundo. (...) Mas amor não é apenas sorte. Não pensem também que amor é a solução pra todos os nossos problemas. Não. Amor não é solução. Amor é prémio. Recompensa feliz para quem – afinal de contas – conseguiu manter-se fiel a si mesmo. (...) (O coração agradece!)"
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"Coisas que me deixam feliz
Bom humor. Gente educada. Abraço apertado. Escrever. Sorvete de flocos. Gentileza. Shampoo cheiroso. Praia no final da tarde. Minha família. (...) Livrarias. Céu estrelado. Ter saúde. Meus gatos. Cheiro de livro. (...) Almoço de domingo. Ler à noite. Olhar para o mar. (...) Gente leve. (...) Sapato novo. Livro novo. (...) Ir ao cinema. Filme bom. (...) Gente humilde. Viajar. Pessoas que sabem elogiar. Telefone no silencioso. Receber um SMS fofo. (...) Ficar sem fazer nada (viva o ócio!). Minhas amigas do peito (são poucas, acreditem). (...) Acordar tarde aos sábados. Minha irmã (sempre!). (...) Pessoas que gostam de ler. Pessoas que incentivam a cultura no país. Gente com atitude. Gente otimista. Homens bem resolvidos. Mulheres que se valorizam. (...) Conversar só com o olhar. Beijo na boca. Uns bons “amassos”. (...) Ver que alguém lavou a louça da cozinha (e não fui eu!). Lençol cheiroso na cama. (...) Um pouco de silêncio. (...) Pessoas autênticas. Cafuné. (...) Céu azul. Conversar com gente inteligente. Sentir-se em paz. Sentir amor. (...)"
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"Mas amor não é só poesia e refrões. Amor é reconstrução. É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios."

