
À varanda com vista sobre a cidade chega um sol ameno e estrangeiro, ou não estivéssemos nós no cume do inverno. Finos cigarros, presos entre os nossos dedos, são consumidos à velocidade de uma conversa. Risos ecoam e a luz do sol, refletida na parede branca, obriga-nos a fazer caretas de quem semicerra os olhos. Novidades e preocupações ocupam o nosso discurso na mesma proporção.